Perfil


Nome: La Luna

Idade: 18

Signo: Sagitário

Cor: Azul,lilás

Coisas que adoro: viver, divertir-me e namorar

Coisas que odeio: mentira, falsidade, mediocridade, inveja

Indrominado - Amo-te





Outros luares


lápis e papel

teatro das palavras

outra voz

cabana de palavras

labirinto do não

cartas de amor para ti

soul pieces

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nuno duarte

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Luares guardados

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August 2005


Layout Por



[Saturday, August 27, 2005]

não me resta nada, sinto não ter forças pra lutar,
é como morrer de sede no meio do mar e afogar,
sinto-me isolado com tanta gente à minha volta,
vocês não ouvem o grito da minha revolta.
choro a rir, isto é mais forte do que pensei,
por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei.
não sei do que fujo, mas esperança pouca me resta,
é triste ser tão novo e já achar que a vida não presta,
as pernas tremem, o tempo passa, sinto o cansaço,
o vento sopra, ao espelho vejo o fracasso,
dia amanhece, algo me diz pra ter cuidado,
vagueio sem destino, nem sei se estou acordado.
sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha,
não sei se a alma existe, mas sei que alguém feriu a minha.
às vezes penso se algum dia serei feliz,
enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz...

mantém-te firme,
quando pensares que não consegues lutar,
que o mundo vai acabar,
ouve a voz dentro de ti!
mantém-te firme,
não te esqueças que podes sempre escolher,
ninguém te pode vencer
usa a força dentro de ti!
(...)

não há dia em que não pergunte a deus porque é que nasci,
eu não pedi, alguém me diga o que faço aqui,
se dependesse de mim teria ficado onde estava,
onde não pensava, não existia, não chorava,
sou prisioneiro de mim próprio, o meu pior inimigo,
às vezes penso que passo tempo demais comigo.
olho p'rós lados não vejo ninguém pra me ajudar,
um ombro pra me apoiar, um sorriso pra me animar.
quem sou eu? pra onde vou? donde vim?
alguém me diga porque me sinto assim.
sinto que a culpa é minha, mas não sei bem porquê,
sinto lágrimas nos olhos mas ninguém as vê.
estou farto de mim, farto daquilo que sou, farto daquilo que penso.
mostrem-me a saída deste abismo imenso.
(...)

tento não me ir abaixo mas não sou de ferro,
quando penso que tudo vai acabar, parece que mais me enterro,
sinto uma nuvem cinzenta que me acompanha onde estiver,
e penso pra mim mesmo, será que deus me quer?
a vida é uma ganda merda, e depois a morte,
cada um com sua sina, cada um com sua sorte.
não peço muito, não peço mais do que tenho direito.
olho pra trás e analizo tudo o que tenho feito.
e mesmo quando errei foi a tentar fazer bem,
não sei o que é o ódio, não desejo mal a ninguém.
há-de surgir um raio de luz no meio da porcaria,
porque até um relógio parado está certo duas vezes por dia!
vou aguentando, a esperança é a última a morrer,
neste jogo incerto que o resultado não posso prever,
e quando penso em desistir por me sentir infeliz,
oiço uma voz dentro de mim que me diz...

mantém-te firme,
quando pensares que não consegues lutar,
que o mundo vai acabar,
ouve a voz dentro de ti!
mantém-te firme,
ninguém te pode vencer,
usa a força dentro de ti!
(...)




esta é uma excelente musica do grande Boss AC que eu não consegui meter aqui pa vocês ouvirem... mas deixo-vos a letra que revela exactamente o meu estado de espirito dos ultimos dias...


rabiscos de La Luna | 10:09 PM
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[Wednesday, July 27, 2005]

-Olá! Não nos encontrámos já num outro lugar?
-Hum... talvez... nos meus sonhos!
(riem-se)
-És tão parvo!
-Pois sou! E vais dizer-me que não gostas?
-Nem te vou responder a isso!
-Isso é porque não tens resposta possivel...
-Não me gozes!
-Sabes que não estou a gozar... Porque é que não admites? Porque é que insistes em resistir-me? Tu queres tanto quanto eu! Eu não estou a brincar, tu sabes que não! De que é que tens medo?
-Medo? Mas tu 'tás parvo? Medo de quê? Achas que tenho medo de ti?
-Medo de mim? Não! Tens é medo de ti própria... tens medo do que sentes... medo do que possas sentir... Porquê? Não te percebo...
-Não há nada para perceberes! Só 'tás a dizer parvoices... Eu é que já não 'tou a perceber nada da tua conversa... Bem, olha, tenho de ir, depois falamos.
(Ela levanta-se e ele agarra-a pelo braço. Ficam irresistivelmente perto...)
-'Tás a perceber muito bem e por isso é que 'tás a fugir.
-A fugir? Eu?
-Sim, a fugir! E não é de mim, 'tás a tentar fugir de ti... mas tu sabes que não consegues... Porque é que não te deixas simplesmente levar?
-Deixar-me levar?
(Silêncio)
-Claro que sim. Vive!! É tão simples quanto isso! Eu gosto tanto de ti...
-Não digas isso...
-E tu gostas de mim! Eu sei... e tu também sabes...
(Ela não consegue olhá-lo nos olhos)
-Fica comigo...
-Não consigo...


rabiscos de La Luna | 9:53 PM
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[Friday, July 22, 2005]

Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A principio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raizes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.





Pablo Neruda



rabiscos de La Luna | 9:03 PM
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[Sunday, June 26, 2005]

Era uma vez....
Um rapaz que nasceu com uma doença incurável. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer altura. Vivia em casa da sua mãe que cuidava dele.
Era dificil, mas ele decidiu sair nem que fosse uma só vez; pediu autorização à sua mãe que lha deu.
Caminhando no seu bairro ele viu muitas lojas. Passando em frente duma loja de música e olhando para a montra ele reparou numa rapariga muito meiga da sua idade.
Foi amor à primeira vista.
Ele abriu a porta e entrou com os olhos fixos nela. Aproximando-se pouco a pouco, chegou ao balcão onde ela se encontrava. Ela olhou para ele e perguntou:
" Posso ajudar-te?"
Ele pensou que era o sorriso mais bonito que alguma vez vira na sua vida. Sentiu o desejo de a beijar nesse mesmo instante.
Disse gaguejando:
"sim...ehhh....quero comprar um CD".
Sem pensar pegou no primeiro CD que viu e deu-lhe o dinheiro.
"Queres que o embrulhe?" perguntou a rapariga sorrindo.
Ele respondeu que sim, acenando com a cabeça e ela foi para as traseiras da loja, voltando com o cd embrulhado. Ele pegou no CD e saiu da loja.
Voltou para casa.
Desde então que todos os dias ele voltou á loja para comprar um CD.Ela embrulhava-os e ele levava-os para casa para os arrumar no seu armário.
Era tímido demais para convida-la para sair e mesmo se tentasse não conseguia.A sua mãe sabendo do que se passava tentou dar coragem ao seu filho para que ele se aventure, e sendo assim no dia seguinte ele encheu-se de coragem e foi até á loja. Como todos os outros dias, ele comprou um CD, ela foi até as traseiras da loja para embrulhar o CD e enquanto ela o fazia, ele deixou rapidamente o seu numero de telefone no balcão.
"Rinnngggggggg!!!!!"
A mãe atendeu.
"Estou?"
Era a rapariga que queria falar com o seu filho. A mãe inconsolável, começou a chorar enquanto dizia:
" Não soubeste? Ele morreu ontem..."
A moça ficou silenciosa, apenas se ouvia o choro da mãe.
Mais tarde a mãe entrou no quarto do seu filho para se lembrar dele.Começou por abrir o armário para poder olhar para as suas roupas. Ficou muito surpreendida ao encontrar uma montanha de Cd's todos embrulhados.
Nenhum estava aberto.
Ficou curiosa com tanto Cd e decidiu pegar num e abri-lo.Ao faze-lo reparou num pedaço de papel que caiu da caixa de plástico onde viu escrito:
"Olá! Acho-te muito querido! Queres sair comigo?Ass: Sofia".
Emocionada, a mãe abriu mais CD's e dentro de muitos deles encontravam-se muitos papeis dizendo o mesmo...


Recebi este texto através de e-mail e não posso deixar de me lembrar no famoso ditado: "Não deixes para amanhã aquilo que podes fazer hoje"...
Vão beber um café com aquele amigo com quem não estão há tanto tempo...
Convida aquela miuda pa sair e beber um copo...
Um não temos sempre garantido! Porque não arriscarmo-nos a ouvir um Sim??


Estou de volta aos posts. Não sei com que frequência porque não tenho muito tempo mas estou de regresso.




rabiscos de La Luna | 10:13 PM
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[Sunday, May 15, 2005]

venho apenas informar que não vou postar nada aqui no blog durante um tempo (não sei quanto)...
peço, por isso, desculpa a quem me visita e peço para irem passando por aqui porque mais tarde ou mais cedo vai surgir um novo post...
eu vou continuar a ler os vossos cantinhos e a comentar sempre que puder!
beijos a todos
*****


rabiscos de La Luna | 9:20 PM
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[Tuesday, May 03, 2005]

Amo-te...
Dedico este som a alguém que conheci
A alguém que a partir desse dia nunca mais esqueci
Saliva eu perdi, dinheiro eu gastei
Mas nunca,nunca me importei
Porque sei que sempre te amarei
Quatro anos em plena loucura,luta dura
Contra tudo e todos filmes eu passava
Pra te ver sorrir e a sonhar que doce esse teu olhar
Força nunca desistas há muito que caminhar
A vida é longa e o tempo nunca vai parar
Se alguém um dia te disser que te esqueci
Chora pois...nesse dia eu morri
Lágrimas chorei,na boca encandesci,
De afrodisiacos eu lançei, num ponto eu toquei
A ti te conquistei, pela melhor fase da minha vida eu passei...
Erros cometidos sem serem resolvidos
Eram esquecidos, culpa minha
Andava cego
Não via que eras a rainha de todo o meu reino
E sem saber porquê perdi todo o paleio
Receio nunca mais te ter
Creio que todo o sentimento de revolta em mim
Vai atingir
Ouve com atenção
Se ele nasceu pra musica
Então EU nasci pra ti e só pra TI
Musa inspiradora de todos os meus prazeres
Dona e senhora aqui te deixo esta canção
Que nada é mais que a libertação de sentimento
Pra todos os que sabem o que é este sufoco
O que é viver com pouco E é o que sinto...e é por ti e é por ti....
Da roseira nasce a rosa
Da lua nasce o luar
Da mulher nasce o homem
E eu nasci pra te amar
Há quem diga que nada mereçe as nossas lágrimas
Falsos queimam em câmaras matemáticas
Corrida contra o tempo da porta da loucura
E eu fui á procura, alguma amargura foi encontrada
Encantado com o pauzinho mágico por uma fada foi lançado
Eu fui levado e abençoado
Nas mãos de alguém que me fez homem
Acarinhado como mãe pra filho, era sem estrilho,
Caminhava pelas ruas desse mundo contigo
Um segundo era uma eternidade, juntos caminhavamos
Para o bem desta irmandade, tudo era claro
Nada mais havia a acrescentar
Aos poucos tudo se veio a degradar
Não quero nem pensar
Mil desculpas pelo que te fiz passar
Processo original de arrependimento
Passo concluido, grito produzido com peso e medida
A esguia que me controla, ciclo vicioso
Crescida como uma bola, sistema harmonioso
Que nos engloba a vida
Contigo quero passar o passado
Contigo e só contigo, quero rasgar
Pra quê matutar, no que passou
O que interessa é o que se vai passar
E há pra quê lembrar, noites a agarrar em ti
Pra não fugires, junto a ti conto algo pra te rires
Se algum dia quiseres e saires daquela porta
Todo o meu reino vai cair, toda a corte se vai rir
Todo o meu ser será iluminado. Cuidado...
Algum dia o amor vai ser perfeito P
ra essa doença eu receito ritmo e poesia
Mas nada de feito a preceito, algo de perfeito com dignidade
Pelos caminhos da verdade escrevo o que vejo e não o que invejo
Porque sempre fui bem verdadeiro
Assim me despeço
Querendo ser o teu parceiro
E para sempre...
Indrominado
apenas porque me apeteceu elogiar o chamado hip-hop tuga!
e porque a letra da música é absolutamente linda...


rabiscos de La Luna | 6:30 AM
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[Monday, April 25, 2005]

«No princípio havia uma muralha. Em seguida, a muralha continuou ali, mas uma das paredes foi usada para a construção de uma capela. Dezenas de anos se passaram, a capela transformou-se numa igreja. Mais um século e a igreja tornou-se uma catedral gótica. A catedral conheceu os seus momentos de glória, teve alguns problemas de estrutura, foi abandonada por um período, passou por reformas que deformaram a sua estrutura, mas cada geração achava que tinha resolvido o problema e refazia os planos originais. Assim, nos séculos que se seguiram, erguiam uma parede aqui, demoliam uma viga acolá, acrescentavam reforços deste lado, abriam e fechavam os vitrais.
E a catedral resistia a tudo.
Caminho pelo seu esqueleto, vendo as reformas actuais: desta vez os arquitectos garantem que encontraram a melhor solução. Há andaimes e reforços de metal por toda a parte, grandes teorias sobre os passos futuros e algumas criticas ao que foi feito no passado.
E, de repente, no meio da nave central, dou-me conta de algo muito importante: a catedral sou eu, é cada um de nós. Vamos crescendo, mudando de forma, deparamo-nos com algumas fraquezas que têm de ser corrigidas, nem sempre escolhemos a melhor solução, mas apesar de tudo continuamos em frente, tentando manter-nos erectos, correctos, de modo a honrar não as paredes, nem as portas ou janelas, mas o espaço vazio que está ali dentro, o espaço onde adoramos e veneramos aquilo que nos é caro e importante.
Sim, somos uma catedral, sem dúvida alguma.
Mas o que está no espaço vazio da minha catedral interior?»
Este excerto de O Zahir, de Paulo Coelho, deixou-me a pensar no que é a minha vida...
Pensem vocês também...


rabiscos de La Luna | 3:45 AM
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*Esse layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*